
CONSELHO DO FGTS APROVA AMPLIAÇÃO DO MINHA CASA, MINHA VIDA, PARA A CLASSE MÉDIA
O QUE MUDA E QUEM TEM DIREITO?
O governo vai criar a “Faixa 4” do programa, com um novo teto de renda familiar, de R$ 12 mil. A expectativa é que a nova cobertura esteja disponível em maio. R$ 15 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal foram direcionados ao programa.
Esses recursos serão usados na faixa 3 do programa, liberando R$ 15 bilhões do FGTS para a nova linha de financiamento.
O Conselho vai disponibilizar R$ 15 bilhões do FGTS em 2025 e outros R$ 15 bilhões captados pelas próprias instituições (em recursos da poupança).
ESTÃO PREVISTOS BENEFÍCIOS COMO:
- Financiamento de até 420 meses;
- Taxa de juros de 10% ao ano, abaixo das atuais de mercado (acima de 11,5% ao ano);
- Aquisição de imóveis de até R$ 500 mil;
- Possibilidade de financiar até 80% do imóvel
REAJUSTE NAS FAIXAS DO MINHA CASA MINHA VIDA
O Conselho do FGTS também aprovou nesta terça-feira (15) o reajuste nas faixas do programa Minha Casa, Minha Vida. Veja:
- Faixa 1: de atpe R$ 2.640 para até R$ 2.850;
- Faixa 2: de R$ 4,4 mil para R$ 4,7 mil;
- Faixa 3: de R$ 8 mil para R$ 8,6 mil.
De acordo com o Ministério das Cidades, 100 mil famílias serão beneficiadas com a mudança nos limites das faixas de renda.
Além dos ajustes, o Conselho do FGTS também deu aval para ajustar o teto de aquisição de imóveis em municípios de até 100 mil habitantes. A medida busca interiorizar os investimentos do FGTS.
Nesses locais, os novos limites serão de R$ 210 mil a R$ 230 mil – um aumento de 11% a 16% em relação aos valores atuais.
As mudanças também incluem um ajuste para permitir que famílias com renda de até R$ 4,7 mil (hoje, nas faixas de renda 1 e 2) possam adquirir imóveis com teto de financiamento da Faixa 3, com teto de R$ 350 mil. De acordo com a decisão, isso poderá ser feito, mas o financiamento terá as condições da Faixa 3:
- juros entre 7,66% e 10,5% ao ano;
- sem acesso a descontos.
Fontes: g1.globo.com/economia
publicidadeimobiliaria.com
OPORTUNIDADE
A nova faixa e a atualização dos tetos do financiamento habitacional pelo programa MCMV é uma demanda antiga.
Em função dos aumentos dos custos da construção civil, os valores acabaram ficando defasados.
Esta atualização atenderá uma importante parcela da população que busca a realização do sonho da casa própria.
O RESIDENCIAL CARAVELAS
O cliente poderá pagar os 20% diluídos durante o período da obra, (aproximadamente 50 meses), através de uma pequena entrada e parcelas de R$ 2 mil* mensais e o saldo, após a entrega do empreendimento, poderá ser financiado junto ao banco.
Este cenário permite, inclusive o investimento com a finalidade de locação. “Em um cenário que simulamos, o valor da parcela em poucos anos fica menor que o valor do aluguel, permitindo um retorno rápido sobre o capital investido,” destacou um colaborador da Construtora Camilo e Ghisi, responsável pelo gerenciamento e execução da obra.
“A comercialização do empreendimento estão bastante satisfatórias e acreditamos que este fomento irá impulsionar os negócios...” “Acreditamos que finalizaremos as vendas antes da meta prevista” relata um dos diretores da empresa.
